Uma figurinha


Jamais coloco fotos ou vídeos de crianças do meu círculo de amizades (i.e. filhos de amigos e de parentes) nas minhas manifestações online. Fugi à regra duas vezes: a primeira, quando coloquei a foto da Cla junto com o gato Fumaça no Facebook (porque a mãe da própria já tinha colocado a mesma foto no Orkut… e porque a foto é de uma meiguice ímpar). Agora, quebro a norma novamente com esse fofísismo vídeo da Ivy, filha da minha querida Gabi.

A Gabi tem passado por maus bocados e tem escrito com delicadeza a respeito lá no blog dela.. O vídeo acima é um registro importante, feito por acaso com o meu celular. É uma prova de que, em meio a dor, podemos aliviar nossos corações com alguma graça e inocência.

Com vocês, a figuríssima Ivy. Enjoy.

PS: é, eu sumi. A vida tem sido uma rapadura louca: doce, mas nada mole. E se fosse fácil, não era para mim… em breve, os detalhes sórdidos.

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Fuen, fuen, fuen, fueeeeeen…

“Tou de saco cheio, desisti de tudo, botei a viola na sacola e tou me mandando pra Canberra. Vou ganhar uns trocados tocando MPB furreca no metrô”.

“Legal. Mas em Canberra não tem metrô.”

(silêncio)

Vida nova, vida normal

Acho que a vida vai ficar normal. ufa! voltando ao blog!

Mandem em mim

Geralmente o povo vem aqui atrás de respostas. Agora aproveito para escrever por aqui as minhas perguntas.

– Não preciso, mas quero um iPad. Compro ou espero essa bagaça ganhar a versão 2.0?

– Mas quero um e-reader. Alguém gosta do Kindle?

– Já posso guardar as roupas de frio na parte alta do closet?

– Nada contra, mas será que já dá para eliminar o perfil do Orkut?

– Praia, campo ou spa?

– Não consigo ler nada depois da trilogia “Millennium”. Alguma sugestão?

Da série “Nomes pra lá de apropriados”

Saca só o nome do estabelecimento. “Floricultura Thrille”.

Olha o endereço: Avenida da Saudade.

Sabe onde fica? Na frente de um cemitério.

E durante o velório não consegui pensar em nada a não ser na música do Michael Jackson. E no próprio morto em questão fazendo a dancinha… Deus que me perdoe. E a filha do seu Hilário também… (eu não resisti, amiga, não resisti)

Réquiem para a coleção de caixa de fósforos

Eu tenho complexO de esquilo. Ou estou buscando alguma explicação para minha incorrigível mania de juntar cacarecos inúteis. Sim, eu sou capaZ de armazenar itens inexplicáveis. Ou Alguém além de mim tem um genuino sombrero mexicano todo cheio de lantejoula enfeitando o  escritório? Eu tenho.

E estou numa mania de dar embora tudo que 1)  não cabe mais na minha vida ou no meu corpo 2) ocupa espaço 3) pode ser mais útiL para alguém do que para mim 4) que eu enjoei 5) que tem em duplicata em casA.

Entre roupas, livros, marido (rá), utensílios domÉsticos, CDs (eu ainda tenho mais de 500), a coleção de caixas de fósforo também será passada pra frente. Sem aPerto no coração, porque os exemplAres farão parte do enorme acervo da querIda Anna Maria.

Algumas foram colhidas por mim ao longo Dos anos. E também ganhei outrAs caixinhaS de gente que sAbia da minha mania. E herdei dezenas deLas de uma amigA, que por sua vez tiNha recebido a coleção De um outro amigo. Juntas, devEm somaR umas 300 unidades.

A caixinha de fósforo virou um mimo em extinção por aí, por conta da proibição do fumo até dentro de casa de fumante. Eu nunca mais consegui pegar – nem em hotel, nem em balada, nem na clínica de otorrinolaringologia.

Eu não sou fumante. Por sorte meu organismo rejeita qualquer tipo de vício (senão eu estaria lascada). Mas eu era capaz de fumar pencas, seja por sem-vergonhice,  para fazer companhia pra cerveja, ou para puxar assunto na balada. Larguei sem drama. Mas a mania da caixinha ficou.

Resolvi dividir com vocês algumas caixas curiosas. Dá só uma olhada:

Ah, as letras em negrito não são erros. É uma dica para quem ainda está lendo “A Menina que Brincava com Fogo”, da série Millenium. Se você não quer ficar chateado, não junte as letrinhas…

Enquete de quinta: você usaria esse sapato?

Meu voto não conta, mas eu estou obcecada pelo azul. Infelizmente está esgotado na Sacks (argh).